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Marcos Roberto, se mudou aos 23 anos para capital de São Paulo para cursar Artes Visuais na Faculdade Paulista de Artes. Por questões socioeconômicas, precisou voltar ao interior e trabalhar como operário em uma fábrica de placas de trânsito – o que se tornará um dos seus principais suportes para pintura.

 

Hoje dedica-se exclusivamente a sua produção na arte contemporânea, apropriando-se dos materiais que usava enquanto operário, como parafusos e placas de sinalização descartadas. Com uma produção plural, Marcos utiliza estas placas e retrata cenas de um cotidiano miserável do país, no intuito de chamar a atenção das pessoas para a desigualdade social, da qual também fez parte em algum momento.

A abertura da primeira exposição individual de Marcos Roberto na Galeria Movimento será no dia 8 de junho, com texto crítico e curadoria de Fernanda Lopes.