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OS 7 MARES

Esta série é composta por 7 pinturas que retratam mares de objetos formadores do imaginário do artista. As referências incluem discos, filmes, livros, obras de artistas renomados, shapes de skate, brinquedos e moda. Os mares propostos por Tinho não são apenas externos, mas também internos. Fazem referência às suas vivências, aos seus repertórios imagéticos, lugares por onde ele navegou e navega até hoje. São mares de inspiração, seus próprios sopros. A série que para o artista é a realização de um sonho, se constitui como uma forma de agradecimento e homenagem a todos aqueles que alimentaram e continuam alimentando seu imaginário. É um olhar para trás, um olhar daquilo que o cerca diariamente, é síntese e eterna recorrência do seu repertório. É também o seu próprio fascínio diante de tais imagens. Os mares latentes em Tinho se apresentam aqui como um convite ao espectador para adentrar em seu universo de referências e entender como cada objeto influenciou sua formação pessoal e profissional.

Conhecer os 7 Mares é conhecer o seu mundo! 

THE 7 SEAS

This series is made up of 7 paintings that portray an ocean of objects of the artist's poetic universe. The references include discs, films, books, famous artworks, skateboard shapes, toys and fashion. The oceans suggested by Tinho aren't only external, but also internal. They reference his livings, his image repertoires, the places where he navigated and continues to navigate. They are oceans of inspiration, his own blows. The series that, to the artist, is the realization of a dream, constitutes itself as an homage to everyone and everything that fed and continue to feed his development. It is a look at the past, an observance of what surrounds him on a daily basis. It is synthesis and the eternal reoccurrence of his repertoire. It is also his own fascination before those images. Tinho's latent oceans portray themselves here as an invitation for the spectator to walk into his world of references and understand how each object influenced his personal and professional journey.

To know the 7 Seas means to know his world!

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TINHO inicia sua carreira na década de 80 integrando uma geração de artistas conscientes em assumir a produção da arte urbana como estratégia poética de reconhecimento, não apenas da própria cidade, mas como linguagem, potente e equiparável as já tradicionais da história da arte. Sua produção, que assume toda importância para a cena contemporânea brasileira, se mostra, junto a outros talentos da época, como precursora. O artista, assim como muitos de sua geração, iniciam com o graffiti, utilizando a própria cidade como suporte. Posteriormente passa a usar a pintura, base da sua formação acadêmica, com mais ênfase, seguida por fotografias e instalações que têm como elementos centrais os personagens que o acompanham desde cedo. Seu trabalho é contextualizado pelo lugar do homem no espaço urbano, atravessado pelo constante clima ácido e crítico de personagens que escondem, por trás da estética amena, a constante solidão.

TINHO began his career in the 80’s integrating a generation of artists with consciousness to take on urban art production as a poetic strategy of recognition, not only of their own city but as their language, powerful and comparable to the traditional ones of art history. His production, representing major importance to the contemporary Brazilian scene, proves itself, along with other talents of the time, a pioneer. The artist, like many of his generation, start with graffiti, using the city as its host. Later on he moves to painting, the foundation of his academic education, with more emphasis, followed by photography and installations that feature as protagonists the characters that accompany him since the beginning. His work is contextualised by one's place in an urban area. It is permeated with the constant acidic and citric atmosphere of characters that hide, under their neutral aesthetic, persistent loneliness. 

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A série I Ching de MARCELA GONTIJO é inspirada em um dos maiores legados do povo chinês, o I Ching. Escrito por volta de 1150-249 a.C, o I Ching considera que tudo na natureza está em constante mudança. "I" tem seu ignificado associado a "mutação", "movimento", e "Ching" refere-se a "livro clássico", ou seja, I Ching pode ser entendido como "livro das mutações". Trata-se basicamente de como os chineses compreendiam e eram capazes de explicar os acontecimentos do dia a dia. O trabalho tem como base a organização linear, matemática e espiritual do I Ching, o hexagrama. A combinação das linhas geradas pelo jogo dos números e do acaso, é reorganizada pela artista de forma a criar uma trama de cores em movimento, aqui entendido como mutação, que estabelece a ordem do universo.

MARCELA GONTIJO's new series is inspired by one of the greatest legacies of the Chinese people, I Ching. Written around 1150-249 BC, I Ching considers that everything in nature is constantly changing. "I" has its meaning associated with "mutation", "movement", and "Ching" refers to "classic book", in other words, I Ching can be understood as "book of mutations". It is basically about how the Chinese understood and were able to explain everyday events. The work is based on the linear, mathematical and spiritual organization of I Ching, the hexagram. The combination of the lines generated by the game of numbers and chance is rearranged by the artist to create a moving color scheme, here understood as mutation, which establishes the order of the universe.

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ANGELA OD usa como técnica formal o bordado em tecido, trabalhando com densas tramas de fios sobrepostos, gerando uma apreciação pictórica das imagens.

Na série Confinamento, o enquadramento da figura humana, dentro de uma janela, se transforma em um retrato, imagem a que nos habituamos nos últimos meses através das videochamadas. A imagem pixelizada, remete à comunicação virtual através de aplicativos, um quase esquecimento do rosto de pessoas queridas, do contato físico com elas. O retrato parece abstrato quando visto muito próximo, mas ganha maior definição à distância. Através de um processo de criação digital da imagem, Angela lançou-se o desafio de criar retratos com 16 pontos na horizontal e 36 pontos na vertical usando linhas e cores que dispunha em casa. 

ANGELA OD uses embroidery on fabric as a stylistic technique, working with dense weaves of overlapped thread, producing a pictorial appreciation of the images.

The framing of the human figure, inside a window, transforms itself into a portrait, an image that we have gotten used to in the last few months through videocalls. The pixelized image refers to the virtual communication through apps, an almost forgetfulness of the faces of loved ones, of the physical contact with them. The portrait seems abstract when seen from too close, but gains more definition from afar. Through a process of digital image creation, Angela launched the challenge of creating portraits with 16 horizontal points and 36 vertical points using lines and colours available at home.

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O trabalho de JAN KALÁB é acompanhado por constantes pesquisas de novas técnicas e estruturas. Através da morfologia geométrica, pintura acrílica precisa ou superfícies em camadas, ele começa a analisar o espaço dentro de uma imagem clássica. O compromisso ilimitado, a alegria da descoberta lúdica e a superação de suas possibilidades levam Jan Kaláb a inovar e remover fronteiras entre gêneros artísticos. 

JAN KALÁB's work is accompanied by constant research on new techniques and structures. Through geometric morphology, precise acrylic painting or layered surfaces, he begins to analyze the space within a classical image. The limitless commitment, the joy of playful discovery and the overcoming of his possibilities lead Jan Kaláb to innovate and remove boundaries between artistic genres.

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MATEU VELASCO nasceu em Nova York, em 1980, e mudou-se para o Rio com apenas um ano de idade. Formou-se em Desenho Industrial pela PUC-Rio em 2003 e é mestre em Design Gráfico pela mesma universidade. Começou a trabalhar profissionalmente como ilustrador em 1999. Expandiu sua atuação pintando murais públicos no início dos anos 2000, desenvolvendo uma linguagem própria como artista visual, que pode ser encontrada em muros e galerias de São Paulo, Rio, Los Angeles, Nova York, Paris e Milão. É professor no departamento de Artes e Design da PUC-Rio.

Artista em deslocamento, Mateu passou nos últimos anos por diferentes cidades e países, incorporando a cada viagem novos elementos ao seu universo imagético. Ao longo dessa jornada vem colecionando imagens do seu cotidiano, transformando-as em desenhos, rabiscos, esboços e grafismos diversos. A junção de cada fragmento constitui o fio condutor do seu processo criativo, convidando o espectador para novas possibilidades de narrativas visuais e poéticas

MATEU VELASCO was born in New York in 1980, and moved to Rio when he was just one year old. He graduated PUC-Rio in Industrial Design in 2003 and has a Master’s degree in Graphic Design from the same university. He began working professionally as an illustrator in 1999. He expanded his performance by painting public murals in the early 2000’s, developing his own language as a visual artist, which can be found in walls and galleries in São Paulo, Rio, Los Angeles, New York, Paris and Milan. He is a professor in the Arts and Design department at PUC-Rio. 

As a travelling artist, Mateu has spent the last few years in different cities and countries, incorporating new elements to his imagery universe each trip. Throughout this journey, he’s been collecting images from his daily life, transforming them into drawings, sketches, doodles and various graphics. The junction of each fragment constitutes the guiding thread of his creative process, inviting the spectator to new possibilities of visual and poetic narratives.

 

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GRAZIELLA PINTO tem formação em Artes Visuais e estudou pintura em Firenze, na Itália. Trabalhando com pintura há mais de vinte anos, hoje, sua produção artística se expande em diferentes linguagens como fotografia, objeto, colagem e instalação. 

A transição entre esses suportes é feita a partir de processos sempre guiados por uma vontade de conexão, expansão e transformação pessoal. Tendo como base e forte influência a física quântica, a geometria sagrada, e os elementos da natureza, o universo trazido por Graziella não é estático, mas se expande em todas as direções, como nas instalações em que a artista propõe um espaço pictórico visceral.

Seu trabalho parte das relações entre cultura e natureza, propondo uma reflexão sobre o pertencer, ou aquilo que nos une. As esferas estão presentes em quase toda sua produção.  A forma circular é investigada pela artista como um elemento primordial e espiritual, que nos remete à vida, aos seus ciclos, às células, e ao sistema solar.

O resultado é quase inebriante, como um convite à um questionamento interno e diferentes aspectos sensíveis existentes em cada um de nós.

MATEU VELASCO was born in New York in 1980, and moved to Rio when he was just one year old. He graduated PUC-Rio in Industrial Design in 2003 and has a Master’s degree in Graphic Design from the same university. He began working professionally as an illustrator in 1999. He expanded his performance by painting public murals in the early 2000’s, developing his own language as a visual artist, which can be found in walls and galleries in São Paulo, Rio, Los Angeles, New York, Paris and Milan. He is a professor in the Arts and Design department at PUC-Rio. 

As a travelling artist, Mateu has spent the last few years in different cities and countries, incorporating new elements to his imagery universe each trip. Throughout this journey, he’s been collecting images from his daily life, transforming them into drawings, sketches, doodles and various graphics. The junction of each fragment constitutes the guiding thread of his creative process, inviting the spectator to new possibilities of visual and poetic narratives.

 

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Na série Massas, ARTHUR ARNOLD retrata a paisagem humana formada por multidões. Por meio de uma pintura gestual, distorce e desfigura características individuais para criar a sensação da massa humana. Para tal, usa grandes quantidades de tinta a óleo, moldando camadas espessas, transformando indivíduos em tinta.

Ele não quer discutir as motivações específicas de cada massa, mas o que acontece com o indivíduo quando está inserido nela. "A experiência da massa nos livra momentaneamente do peso de nossos egos" diz ele. Seu trabalho traz uma reflexão ao público sobre os perigos e belezas que há nisso.

In Masses series, ARTHUR ARNOLD portrays the human landscape formed by crowds. Through a gestural painting, he distorts and disfigures individual characteristics to create the sensation of human mass. To do so, he uses large quantities of oil paint, molding thick layers, turning individuals into paintings.

He does’t want to discuss the specific motivations of each mass, but what happens to the individual when inserted in its context. "The experience of the mass frees us from the weight of ourselves" says. His work brings a reflection to the public about the dangers and beauties in it.

 

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Na série Massas, ARTHUR ARNOLD retrata a paisagem humana formada por multidões. Por meio de uma pintura gestual, distorce e desfigura características individuais para criar a sensação da massa humana. Para tal, usa grandes quantidades de tinta a óleo, moldando camadas espessas, transformando indivíduos em tinta.

Ele não quer discutir as motivações específicas de cada massa, mas o que acontece com o indivíduo quando está inserido nela. "A experiência da massa nos livra momentaneamente do peso de nossos egos" diz ele. Seu trabalho traz uma reflexão ao público sobre os perigos e belezas que há nisso.

In Masses series, ARTHUR ARNOLD portrays the human landscape formed by crowds. Through a gestural painting, he distorts and disfigures individual characteristics to create the sensation of human mass. To do so, he uses large quantities of oil paint, molding thick layers, turning individuals into paintings.

He does’t want to discuss the specific motivations of each mass, but what happens to the individual when inserted in its context. "The experience of the mass frees us from the weight of ourselves" says. His work brings a reflection to the public about the dangers and beauties in it.

 

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Na série Massas, ARTHUR ARNOLD retrata a paisagem humana formada por multidões. Por meio de uma pintura gestual, distorce e desfigura características individuais para criar a sensação da massa humana. Para tal, usa grandes quantidades de tinta a óleo, moldando camadas espessas, transformando indivíduos em tinta.

Ele não quer discutir as motivações específicas de cada massa, mas o que acontece com o indivíduo quando está inserido nela. "A experiência da massa nos livra momentaneamente do peso de nossos egos" diz ele. Seu trabalho traz uma reflexão ao público sobre os perigos e belezas que há nisso.

In Masses series, ARTHUR ARNOLD portrays the human landscape formed by crowds. Through a gestural painting, he distorts and disfigures individual characteristics to create the sensation of human mass. To do so, he uses large quantities of oil paint, molding thick layers, turning individuals into paintings.

He does’t want to discuss the specific motivations of each mass, but what happens to the individual when inserted in its context. "The experience of the mass frees us from the weight of ourselves" says. His work brings a reflection to the public about the dangers and beauties in it.

 

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PAULO VIEIRA resiste ao fluxo incessante de informações e à ansiedade do eterno presente com uma pintura e um desenho soberbos e sem concessões. Indo na contramão da época da comunicação, sua obra não se revela de maneira simples, pois traz imagens cuidadosamente articuladas em torno das ideias de isolamento, incomunicabilidade e vida interior. Contra a banalização da vida, a arte onírica de Paulo Vieira nos obriga a confrontar o silêncio, o trágico, a obscuridade e o desconhecido.

PAULO VIEIRA resists the incessant flow of informations and the anxiety of the eternal present with his proud and uncompromising painting and drawing. Going against the time of communication, his work is not revealed in a simple way, because it brings carefully articulated images that talk about isolation, incommunicability and inner life. Against the banalization of life, Paulo Vieira`s oneiric art obliges us to confront the silence, the tragic, the obscurity and the unknown.

 

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PAULO VIEIRA resiste ao fluxo incessante de informações e à ansiedade do eterno presente com uma pintura e um desenho soberbos e sem concessões. Indo na contramão da época da comunicação, sua obra não se revela de maneira simples, pois traz imagens cuidadosamente articuladas em torno das ideias de isolamento, incomunicabilidade e vida interior. Contra a banalização da vida, a arte onírica de Paulo Vieira nos obriga a confrontar o silêncio, o trágico, a obscuridade e o desconhecido.

PAULO VIEIRA resists the incessant flow of informations and the anxiety of the eternal present with his proud and uncompromising painting and drawing. Going against the time of communication, his work is not revealed in a simple way, because it brings carefully articulated images that talk about isolation, incommunicability and inner life. Against the banalization of life, Paulo Vieira`s oneiric art obliges us to confront the silence, the tragic, the obscurity and the unknown.

 

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PAULO VIEIRA resiste ao fluxo incessante de informações e à ansiedade do eterno presente com uma pintura e um desenho soberbos e sem concessões. Indo na contramão da época da comunicação, sua obra não se revela de maneira simples, pois traz imagens cuidadosamente articuladas em torno das ideias de isolamento, incomunicabilidade e vida interior. Contra a banalização da vida, a arte onírica de Paulo Vieira nos obriga a confrontar o silêncio, o trágico, a obscuridade e o desconhecido.

PAULO VIEIRA resists the incessant flow of informations and the anxiety of the eternal present with his proud and uncompromising painting and drawing. Going against the time of communication, his work is not revealed in a simple way, because it brings carefully articulated images that talk about isolation, incommunicability and inner life. Against the banalization of life, Paulo Vieira`s oneiric art obliges us to confront the silence, the tragic, the obscurity and the unknown.

 

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