M A T E U  V E L A S C O

Nova Iorque - EUA, 1980

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A arte de Mateu revela uma realidade que vivemos e não percebemos, ativando nossa memória e sensibilidade através de sua poética crítica e conceitual. Repletos de referências do cotidiano urbano, seus trabalhos sinalizam uma insistente necessidade de humanização da cidade que capturam o espectador e o transporta para um mundo de superposições e signos gráficos recortados de elementos do mundo real com caráter lúdico. 

 

O resultado é uma colagem de pedaços de memórias que despertam nosso olhar, afirmando sua qualidade etérea.

 

obras

série Gavetas

 

 

Na série “Gavetas”, que articula recortes de papel, fotografias, fios de algodão e gelatina, Mateu mistura e reaproveita objetos acumulados pelo exercício coletor que é base de sua poética, para criar uma obra autoral. As “gavetas” manipuláveis lidam com o imprevisível e, a qualquer movimento do espectador, revelam composições infinitas e imprecisas. Assim como as memórias. São as múltiplas camadas e permanências de passados que conferem espessura ao presente do artista. [Recortes de papel, fios de algodão e gelatina - 17x17 cm cada - 2020]

 

exposições

vídeos

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agosto/2020

infinitivo

Na produção recente de Mateu Velasco, há uma vontade poética tão intensa, que parece almejar o infinitivo. À maneira de quem reflete sobre questões filosóficas fundamentais, como a de ser e de estar no mundo, seus trabalhos sugerem driblar a duração sequencial peculiar a Chronos, em favor da indeterminação temporal de Kairós.

Sonia Salcedo del Castillo, curadora

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agosto/2012

avesso do avesso

Avesso do Avesso e a nova série de trabalhos de Mateu Velasco sobre sua filosofia visual de vida ou, como indivíduo pós-moderno, de momento. São reflexões gráficas sobre pensamentos, sentimentos e interações de sua rotina e sonhos diurnos capturados em madeira, telas e papel. 

Sharon Battat, curadora

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setembro/2016

NOMADE

Pássaros, peixes, donuts, escadas e sólidos geométricos,

símbolos e espécimes de partes diferentes do mundo,

estão nessa catalogação rica em detalhes e cantos polidos.

As vezes só com linhas, as vezes com massas de cor bem definidas.

Essa viagem toda é um convite a um mergulho em alta definição

nesse mundo em dobro,

compacto e belo.

Fernando de La Rocque, curador

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abril/2011

_morphosis

As telas apresentadas em "_morphosis" retratam mulheres cujos cabelos são entrelaçados em objetos, a primeira vista díspares, mas que sob o olhar do artista, compartilham a ideia de transformação ou metamorfose.

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setembro/2013

abrigo

Nas telas de spray e acrílica, expressivas e coloridas, o artista mostra que o ato de pintar e criar imagens torna-se seu habitat natural. Daí emergem os sentimentos de cada personagem que permeia seu trabalho. Mateu fala de refúgio, semântica espacial e um habitat tranquilo entre uma infinidade de outras definições para o título da exposição. 

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novembro/2009

no risco do traço

O desenho de observação é transformado numa realidade paralela. A linguagem é franca, decifrada, própria e seu tema caminha para um imaginário que é essencialmente afetivo, amoroso, repleto de cores, que ele domina com muita desenvoltura.

Thereza Miranda

 

vídeos